Anvisa vai fazer inspeção em duas fábricas da Sputnik na Rússia

Anvisa vai fazer inspeção em duas fábricas da Sputnik na Rússia

Após uma reunião com representantes do laboratório União Química e com o Fundo Russo, responsável pela vacina Sputnik V, realizada na sexta-feira (9/4), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou que enviará funcionários à Rússia para realizar inspeções nas fábricas responsáveis pela produção do imunizante que poderá vir para o Brasil.

De acordo com um comunicado divulgado pela Anvisa neste sábado (10/4), as inspeções serão feitas em duas fábricas diferentes. A primeira visita, programada para os dias 15 a 21 de abril, será feita por três servidores da Anvisa na empresa JSC Generium. O local é responsável pela produção do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) e pela vacina finalizada.

Fonte: Bahia Notícias

Brasil não conseguirá domar pandemia só com vacina, diz OMS

Brasil não conseguirá domar pandemia só com vacina, diz OMS

O Brasil não vai conseguir domar a pandemia de coronavírus se priorizar apenas a vacinação, afirmou nesta sexta (9) a OMS (Organização Mundial da Saúde).

"Temos que parar de pensar que a crise se resolve com uma ou outra medida. A vacina é apenas um componente, e é preciso adotar ações amplas, apoiadas por líderes, apoiadas pelos governos", disse a líder técnica para Covid-19 da entidade, Maria van Kerkhove.

Ela afirmou que, apesar do avanço nas campanhas de vacinação, "a trajetória desta pandemia está indo na direção errada": "Estamos há seis semanas com os números de casos e de mortes em alta."

Segundo a OMS, embora seja crucial imunizar idosos e profissionais de saúde para reduzir mortes desnecessárias, continua sendo essencial identificar pessoas infectadas e isolá-las rapidamente. Além disso, é preciso evitar contatos entre as pessoas para segurar a transmissão e evitar o aparecimento de novas variantes que escapem da vacina.

O conselheiro sênior da direção-geral da OMS Bruce Hayward também afirmou que a vacinação pode proteger pessoas mais vulneráveis e reduzir hospitalizações, mas não vai afetar a dinâmica da pandemia na população. "São as medidas básicas de distanciamento físico que seguram a transmissão", disse ele.

Isso ocorre porque, até agora, não há informação suficiente sobre a capacidade da vacina de reduzir o contágio nem sobre a duração da imunidade provocada por ela. Além disso, faltam no mundo imunizantes para acelerar a proteção das populações.

De acordo com Van Kerkhove, nos países em que as medidas não estão sendo adotadas, é necessário entender por quê: "É um problema das políticas públicas? Falta apoio para que as pessoas possam ficar em casa?".

Os diretores da OMS voltaram a descrever o quadro brasileiro como "muito grave" e afirmaram que a organização está em contato com equipes de saúde pública em todos os níveis para tentar ajudar a reduzir infecções e mortes por Covid-19 no Brasil.

O Brasil vive uma situação crítica, com recordes trágicos se acumulando. O ano atual concentra os 32 dias com mais vidas perdidas em 24 horas. Desses, 30 dias ocorreram em março ou abril.

Na quinta, pelo segundo dia na mesma semana e na pandemia, o Brasil registrou mais de 4.000 mortes em 24 horas. Foram 4.190 óbitos. O recorde de mortes, alcançado na última terça, é de 4.211.

Além dos EUA, que tem uma população consideravelmente maior, é o único país no mundo com registros mais regulares a atingir essa marca.

No estado de São Paulo, metade dos municípios registrou mais mortos do que nascidos em março deste ano, segundo os números de certidões de óbito e nascimento emitidas pelos cartórios locais. De acordo com especialistas, o impacto da pandemia do novo coronavírus foi fundamental para a ocorrência desse fenômeno.

Fonte: Brumado Urgente

Pesquisa comprova reinfecções de covid-19 com sintomas bem mais intensos

Pesquisa comprova reinfecções de covid-19 com sintomas bem mais intensos

Um estudo coordenado pelo Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (CDTS/Fiocruz) constatou quatro casos de reinfecção por covid-19 em que os pacientes tiveram sintomas mais fortes da doença na segunda contaminação, apesar de os dois episódios terem sido considerados leves, sem hospitalização. Em ao menos um desses casos, a reinfecção foi provocada pela mesma variante do primeiro episódio. A pesquisa será publicada na forma de artigo científico na revista Emerging Infectious Disease (EID), do Centro de Controle e Prevenção de Doença dos Estados Unidos (CDC). Além da Fiocruz, participaram pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto D’Or de Ensino e Pesquisa (Idor) e da empresa chinesa MGI Tech Co. Segundo o coordenador do estudo, o virologista do CDTS/Fiocruz Thiago Moreno, a constatação reforça que uma parcela da população que tem a doença na forma branda não desenvolve memória imunológica. “Demonstramos que um grupo de pessoas com sintomatologia leve para covid-19 teve um segundo episódio de covid um pouco mais forte, porque não foi capaz de gerar uma imunidade de memória depois do primeiro episódio. Assim como vários casos brandos de covid-19, esses indivíduos tiveram o controle dessa primeira infecção pela resposta imune inata, aquela que não forma uma memória consistente e de longo prazo”.

Fonte: Brumado Urgente

Pessoas que tiveram casos leves de Covid podem ter sintomas mais fortes na reinfecção, aponta Fiocruz

Pessoas que tiveram casos leves de Covid podem ter sintomas mais fortes na reinfecção, aponta Fiocruz

Pessoas que tiveram formas leves da Covid-19 podem sofrer reinfecção e desenvolver casos mais graves, aponta um estudo liderado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com a pesquisa divulgada na quarta-feira (7), os pacientes assintomáticos ou com formas brandas da doença não chegaram a desenvolver a imunidade necessária para evitar uma nova infecção. A descoberta faz parte do estudo 'Evidência genética e resposta imunológica do hospedeiro em pessoas reinfectadas com Sars-CoV-2', coordenado pelo pesquisador da Fiocruz Thiago Moreno, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS). A investigação será publicada em maio na revista Emerging Infectious Desease (EID), dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos. Desde março de 2020, quando teve início a pandemia, os pesquisadores acompanharam semanalmente um grupo de 30 pessoas até o fim do ano de 2020. Do grupo inicial, quatro contraíram o vírus da Covid-19, sendo que algumas foram infectadas pela mesma variante. “O caso de ser infectado pela mesma variante acontece porque o paciente não teria criado uma memória imunológica. No caso de uma outra cepa, ela “escaparia” da vigilância, não seria reconhecida pela memória gerada anteriormente por ser um pouco diferente”, aponta a Fiocruz. A primeira infecção dos quatro casos relatados no estudo se deram de forma branda enquanto que na reinfecção os sintomas foram mais fortes e mais frequentes. Em nenhum dos casos observados foi necessário a hospitalização. “Essas pessoas só tiveram de fato a imunidade detectável depois da segunda infecção. Isso leva a crer que para uma parte da população que teve a doença de forma branda não basta uma exposição ao vírus, e sim mais de uma, para ter um grau de imunidade”, conta Moreno. “Isso permite que uma parcela da população que já foi exposta sustente uma nova epidemia”. Segundo Moreno, não é possível descartar a possibilidade de uma terceira infecação, já que não se sabe ao certo quanto tempo dura a imunidade pós-Covid. "Uma pessoa poderia ficar vulnerável a uma nova reinfecção ou mesmo a contrair uma variante diferente”, explica.

Fonte: 97news

Produção da vacina Coronavac é suspensa pelo Butantan por falta de insumos

Produção da vacina Coronavac é suspensa pelo Butantan por falta de insumos

O Instituto Butantan vai suspender a produção da vacina Coronavac, utilizada contra a Covid-19. A paralização será feita de forma temporária por falta de matéria-prima. O Butantan ainda vai seguir com a entrega de vacinas na próxima semana, pois possui 2,5 milhões de doses já prontas aguardando o prazo do controle de qualidade. O instituto também informou que cumprirá os prazos estabelecidos nos contratos com o Ministério da Saúde, apesar do atraso na chega de insumos. O Butantan se comprometeu a entregar 46 milhões de doses até o fim de abril. Um novo carregamento de matéria-prima - o chamado IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) - estava previsto para chegar da China na próxima sexta-feira, dia 9 de abril, mas foi postergado. O insumo é fornecido pela parceira do Butantan na Coronavac, a chinesa Sinovac. O atraso da remessa foi provocado pela intensificação da campanha de vacinação na própria China. Agora, a previsão de chegada de 6 mil litros de IFA em São Paulo é no dia 15 de abril, suficientes para produzir 10 milhões de doses.

Fonte: 97news

Agência Europeia descobre 'possível ligação' entre vacina da AstraZeneca e coágulos

Agência Europeia descobre 'possível ligação' entre vacina da AstraZeneca e coágulos

A  Agência Europeia de Medicamentos (EMA) informou que encontrou uma “possível ligação” entre a vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca e um raro distúrbio de coagulação em pessoas vacinadas. No entanto, a avaliação do órgão é que os benefícios do uso do imunizante continuam superando potenciais riscos. De acordo com a Revista Valor Econômico, em um comunicado divulgado nesta quarta-feira, a EMA não recomendou restrições à aplicação da vacina, que deve continuar sendo utilizada em pessoas com 18 anos ou mais. Já o Reino Unido, que também endossou o imunizante, limitará uso em menores de 30 anos. A maior parte dos casos de coagulação ocorreu em mulheres com menos de 60 anos, mas a investigação do órgão não foi capaz de identificar fatores de risco específicos ligados ao sexo ou à idade. “Os casos incomuns de coagulação sanguínea após a vacinação com a vacina da AstraZeneca devem ser incluídos como possíveis efeitos colaterais da vacina”, disse a diretora-executiva da EMA, Emer Cooke, em entrevista coletiva. Cooke reiterou que os efeitos colaterais da vacina são “muito raros” e que destacou que o risco de morrer após contrair a covid-19 é muito maior do que ser vítima da reação causada pela vacina. Por isso, o imunizante, um dos dois que estão sendo usados no Brasil no momento, deve continuar sendo aplicado normalmente. A investigação da EMA focou particularmente em dois tipos de coágulos sanguíneos raros: um que aparece em vários vasos sanguíneos e outro que ocorre em uma veia que drena o sangue do cérebro. A agência também avaliou relatos de pessoas que tinham níveis baixos de plaquetas no sangue, o que as coloca em risco de sangramento grave. A EMA aventou que uma possível causa para esses coágulos pode ser uma reação imunológica exagerada em algumas pessoas.

Fonte: Achei Sudoeste

Ministério da Saúde vai enviar 5,5 milhões de doses de vacina contra Covid nesta semana

Ministério da Saúde vai enviar 5,5 milhões de doses de vacina contra Covid nesta semana

O Ministério da Saúde deve enviar 5,5 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 nesta semana. A expectativa é de que sejam distribuídos dois milhões de imunizantes na quinta-feira (8) e mais 3,5 milhões no sábado (10). A informação foi divulgada pelo secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, nesta quarta-feira (7), em entrevista ao Jornal da Manhã.

Nesta terça-feira (6) o estoque de vacinas em Salvador chegou ao fim e a vacinação teve que ser interrompida na capital baiana. O estado forneceu mais 44 mil doses à cidade. Essa quantidade estava armazenadas para a 2ª dose. O secretário explicou que 10 mil serão utilizadas na aplicação da primeira dose.

"Na verdade, a gente antecipou para permitir a vacinação hoje e amanhã, doses que pertencem ao município de Salvador, que estavam reservadas para serem aplicadas daqui há algumas semanas. Nós antecipamos, o Ministério da Saúde amanhã, quinta-feira, está enviando mais 2 milhões de doses, no sábado mais 3,5 milhões da AstraZeneca, então não vai haver qualquer tipo de comprometimento para outros municípios, nem mesmo para Salvador", disse Vilas-Boas.

Fonte: Bahia Notícias

Um em cada três que tiveram Covid-19 recebeu diagnóstico de doença mental ou neurológica depois

Um em cada três que tiveram Covid-19 recebeu diagnóstico de doença mental ou neurológica depois

Uma em cada três pessoas que tiveram Covid-19 recebeu um diagnóstico de doença mental ou neurológica em um período de seis meses após a infecção, aponta o maior estudo do tipo já feito, publicado nesta terça (6) na revista científica inglesa The Lancet Psychiatry.

Desde o início da pandemia de Covid-19 já havia a preocupação quanto a um risco maior de doenças neurológicas, por causa dos relatos iniciais dos sobreviventes. Um estudo observacional apontou um risco maior de transtornos de humor e ansiedade nos primeiros três meses após a infecção pelo coronavírus, mas ainda não havia um trabalho de larga escala olhando para um período maior de tempo.

Os autores analisaram os dados de 236.379 pacientes, a maioria dos EUA. O estudo incluiu pacientes maiores de dez anos de idade que foram infectados com o coronavírus depois de 20 de janeiro de 2020 e estavam vivos em 13 de dezembro de 2020. O grupo foi comparado com outro de 105 mil pacientes que tiveram gripe e um de 236 mil pessoas que tiveram qualquer doença de trato respiratório (incluindo gripe).

Segundo eles, ansiedade (17%), transtornos de humor (14%), abuso de substâncias (7%) e insônia (5) foram os diagnósticos mais comuns que os sobreviventes da Covid-19 receberam.

Doenças neurológicas foram mais raras mas não incomuns entre afetados gravemente pelo coronavírus. Elas incluem hemorragia cerebral (0,6%), AVC (acidente vascular cerebral) isquêmico (2,1%) e demência (0,7%).

Essas doenças foram mais comuns em pacientes com Covid-19 do que entre os que tiveram gripe ou outras doenças do trato respiratório no mesmo período analisado, o que sugere um impacto específico do coronavírus.

Os riscos também foram maiores em pacientes que tiveram um quadro grave de Covid -mas não se limitaram a eles. Doenças neurológicas ou psiquiátricas foram diagnosticadas, em geral, em 34% dos sobreviventes, mas em 38% dos que receberam atendimento hospitalar, em 46% daqueles que ficaram internados em UTI e em 62% dos que tiveram "delirium" (encefalopatia) durante o período da infecção.

Segundo Max Taquet, pesquisador da Universidade de Oxford e coautor do estudo, agora é preciso ver o que acontece com os pacientes depois de seis meses. O estudo, diz ele, não revela os mecanismos envolvidos no aumento dos riscos, mas aponta a necessidade urgente de identificá-los para que seja possível preveni-los ou tratá-los.

"Apesar de o risco dessas doenças ser pequeno do ponto de vista individual, os efeitos na população como um todo são consideráveis para os sistemas de saúde e de assistência social, por causa da escala da pandemia e levando em conta que muitas dessas enfermidades são crônicas", disse em um comunicado Paul Harrison, autor principal do estudo e professor da Universidade de Oxford.

O estudo tem limitações, de acordo com os autores, como o fato de que muitas pessoas com Covid-19 têm sintomas leves ou são assintomáticas e não procuram um serviço de saúde; a população estudada, portanto, tem mais chance de ter sido afetada mais gravemente pela Covid do que a população geral.

Fonte: Brumado Urgente

Covid-19: Sesab teme crescimento de faltosos para 2ª dose da vacina

Covid-19: Sesab teme crescimento de faltosos para 2ª dose da vacina

A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) está conduzindo um levantamento específico com os municípios para apurar quantos são os casos de abandono da imunização contra o novo coronavírus. A pasta estadual tem orientado as cidades baianas a fazerem busca ativa das pessoas que tomaram a primeira dose e não compareceram para completar o esquema vacinal. A estratégia tem sido divulgar através da imprensa e das redes sociais a informação e alertas sobre a necessidade e importância de tomar o reforço e completar o esquema vacinal. A infectologistas destacam que cientificamente não há indícios de que haja problemas relacionados a passar o prazo de tomar a segunda dose. Eles ressaltam que a “vacina não perde o efeito”. “Se passar 40 dias e não tomar a 2ª dose, não vai precisar fazer a primeira dose e todo o esquema de novo. Entretanto a gente tem tentado seguir à risca a bula do fabricante, até pra gente ter o controle, saber quem é que já tomou a segunda dose”, explicam. Apesar de não haver indícios de que a vacina perca o efeito, os fabricantes reforçam que a taxa de imunização só pode ser garantida quando for cumprido o protocolo testado.

Fonte: 97news

OMS recomenda que ivermectina não seja usada em pacientes com Covid-19

OMS recomenda que ivermectina não seja usada em pacientes com Covid-19

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, nesta quarta-feira (31), que não recomenda o uso da ivermectina no tratamento de pacientes diagnosticados com a Covid-19. A recomendação foi divulgada em um comunicado em que a agência internacional afirma que o uso do medicamento em infectados pelo Sars-CoV-2 deve ser feito somente em ensaios clínicos, dentro de protocolos de pesquisa. O órgão orienta que o antiparasitário não seja administrado “independentemente do nível de gravidade ou de duração dos sintomas” da Covid-19. É importante lembrar que o uso indiscriminado de remédios pode causar problemas sérios de saúde. O Brasil já registra casos de pessoas que entraram na fila do transplante em São Paulo por problema hepáticos devido ao uso de medicamentos do "kit Covid"  O consumo exagerado da ivermectina, por exemplo, vem resultando em casos de hepatite medicamentosa, uma grave inflamação do fígado.

Fonte: Brumado Urgente

Sesab duplica velocidade de análise dos exames RT-PCR para a Covid-19

Sesab duplica velocidade de análise dos exames RT-PCR para a Covid-19

Com a instalação de três novos termocicladores, que são equipamentos utilizados para detectar o Sars-CoV-2 (Covid-19) utilizando a técnica de biologia molecular do tipo RT-PCR, o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) dobrou a velocidade de análise. Atualmente, a unidade já realizou mais de 950 mil exames do tipo RT-PCR desde o início da pandemia e deve chegar a 1 milhão nos próximos 15 dias. De acordo com o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, “foram investidos mais de R$ 20 milhões nos últimos anos pelo Governo do Estado e a unidade agora é referência nacional em testes do tipo RT-PCR e sequenciamento genético de amostras da Bahia e de outros cinco estados (Sergipe, Alagoas, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte)”, afirma. A diretora geral do Lacen-BA, Arabela Leal, explica que outros equipamentos chegarão em breve. “Estamos em processo de aquisição de mais três extratores e dois pipetadores robotizados que vão ampliar ainda mais a nossa capacidade de realizar RT-PCR, bem como outro equipamento de sequenciamento genético”, ressalta. O sequenciamento genético de amostras da Covid-19 pelo Lacen-BA é fundamental para conhecer as rotas de transmissão do vírus, a diversidade e pode auxiliar o desenvolvimento de vacinas e medicamentos para o tratamento da doença.

Fonte: Agora Sudoeste

Remédios podem ficar até 10,08% mais caros a partir de hoje

Remédios podem ficar até 10,08% mais caros a partir de hoje

A partir de hoje (1º), os medicamentos poderão ter reajustes de até 10,08%. O aumento foi autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), em resolução publicada ontem (31) no Diário Oficial da União.  O Conselho de Ministros da CMED aprovou três níveis de reajuste: 10,08%; 8,44%; e 6,79%, que variam conforme a competitividade das marcas no mercado. O reajuste anual no setor de medicamentos acontece, geralmente, em abril. No ano passado, entretanto, o governo suspendeu os aumentos por 60 dias em razão da pandemia de covid-19. O percentual de aumento é definido conforme a Lei 10.742/2003 e calculado por meio de uma fórmula que leva em conta a variação da inflação - medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) -, ganhos de produtividade das fabricantes de medicamentos, variação dos custos dos insumos e características de mercado. De março de 2020 a fevereiro de 2021, o IPCA acumulou alta de 5,20%.

Fonte: Agora Sudoeste

Covid-19: Anvisa aprova vacina da Janssen para uso emergencial no Brasil

Covid-19: Anvisa aprova vacina da Janssen para uso emergencial no Brasil

Nesta quarta-feira (31), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial da vacina contra a Covid-19 da farmacêutica Janssen, empresa do grupo Johnson & Johnson.  De acordo com informações do G1, a vacina será importada e não há previsão de parceria para produção nacional do imunizante.

Fonte: Agora Sudoeste

Covid-19: Fiocruz e Butantan preveem entregar 27 milhões de doses em abril

Covid-19: Fiocruz e Butantan preveem entregar 27 milhões de doses em abril

De acordo com informações dos institutos Fiocruz e Butantan, a campanha nacional de vacinação contra a Covid-19 deve receber em abril ao menos 27 milhões de doses da CoronaVac e da vacina de Oxford. Segundo dados publicados pelo G1, a previsão considera apenas o que pode ser entregue com matéria-prima que já foi importada, ou seja, a entrega dessas doses não depende da chegada de novos lotes do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).

Fonte: Agora Sudoeste

Covid-19: Pfizer deve entregar 13,5 milhões de vacinas até junho

Covid-19: Pfizer deve entregar 13,5 milhões de vacinas até junho

A Pfizer deve entregar até 13,5 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus até junho. A expectativa é que os primeiros lotes cheguem entre abril e maio. A previsão foi apresentada em reunião nesta segunda-feira (29) entre o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a presidente da empresa no Brasil, Marta Díez. No total, o governo comprou 100 milhões de doses, com promessa de entrega por parte da farmacêutica em 2021. No terceiro trimestre, entre julho e setembro, a previsão é que sejam disponibilizados mais 86,5 milhões de doses, de acordo com a Agência Brasil.  No encontro, o ministro da Saúde e a presidente da Pfizer no Brasil discutiram o cronograma de entregas e as demandas de infraestrutura e de logística de distribuição das vacinas pelo Plano Nacional de Imunização. O Ministério da Saúde também anunciou hoje que foram distribuídos mil cilindros de oxigênio para apoiar o atendimento de pacientes com covid-19. No sábado, foram encaminhadas 340 unidades para Mato Grosso e no domingo foram enviados 160 cilindros para o Rio Grande do Norte.

Fonte: Brumado Urgente