Brasil fecha 1,1 milhão de vagas com carteira assinada desde início da pandemia

Brasil fecha 1,1 milhão de vagas com carteira assinada desde início da pandemia

A crise por causa da pandemia do novo coronavírus causou um forte impacto nos empregos do Brasil. De acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) apresentados nesta quarta-feira (27), o mercado perdeu  763 mil vagas com carteira assinada entre janeiro e abril deste ano.

O fechamento de postos neste ano foi intensificado com a doença. Em janeiro e fevereiro, antes da crise de saúde pública, o país criou 338 mil vagas. Em março e abril, já sob efeito de medidas restritivas nas cidades, com fechamento de comércio e empresas, o saldo de empregos foi negativo em 1,1 milhão.

A estatística estava suspensa desde o início do ano por mudanças de metodologias e dificuldade do governo em receber os dados por conta da crise.  O último dado do Caged disponibilizado pelo governo era relativo a dezembro do ano passado.

A equipe econômica do governo afirma que os dados do desemprego neste ano seriam ainda piores se o governo não tivesse implementado a medida que autorizou a suspensão ou o corte proporcional de jornadas e salários de trabalhadores.

Fonte: Bahia Notícias

Brasil registra 374,8 mil casos confirmados da Covid-19

Brasil registra 374,8 mil casos confirmados da Covid-19

Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou 11.687 novos casos confirmados de coronavírus. Com esse acréscimo, o país tem 374.898 pessoas diagnosticadas com Covid-19, segundo balanço do Ministério da Saúde. Deste número, 153.833 pessoas se recuperaram depois de contrair a doença, o que representa 41% do total. Outras 197.592 seguem em acompanhamento médico. Até o momento, já foram registrados 23.473 óbitos em decorrência das complicações pela Covid-19.  Só nas últimas 24h horas, foram notificadas 807 mortes. Mais de 3,7 mil óbitos ainda estão em investigação. O estado que concentra o maior número de casos da doença continua sendo São Paulo, com 83.625 casos e 6.220 mortes. Em sequência, o Rio de Janeiro, com 39.298 casos e 4.105 óbitos, e o Ceará, com 36.185 casos da doença e 2.493 mortes. Esses são os dados oficiais do Ministério da Saúde, desta segunda-feira (25), com base nas informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde de todo o país.

Fonte: Agora Sudoeste

As ações do Banco do Brasil sobrem após fala de Guedes sobre privatização

As ações do Banco do Brasil sobrem após fala de Guedes sobre privatização

As ações do Banco do Brasil alcançaram uma alta de 8,10% nesta segunda-feira (25), primeiro dia útil após a fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a eventual privatização do banco.

A fala do ministro veio à público na última sexta-feira (22) após divulgação do vídeo da reunião ministerial realizada no dia 22 de abril. O conteúdo teve o sigilo quebrado pelo ministro Celso de Mello, após ter sido apontado pelo ex-ministro Sergio Moro como prova da tentativa de interferência do presidente Jair Bolsonaro nas ações da Polícia Federal. 

"É um caso pronto e a gente não tá dando esse passo. Senhor já notou que o BNDES e a Caixa que são nossos, públicos, a gente faz o que a gente quer. Banco do Brasil a gente não consegue fazer nada e tem um liberal lá. Então tem que vender essa porra logo", afirmou Guedes (reveja aqui).

De acordo com a Folha,  o desempenho da estatal puxa o setor na Bolsa de Valores brasileira. As units do Santander sobem 4%, as ações ordinárias (com direito a voto) do Bradesco sobem 4,75% e o Itaú tem alta de 2,6%.

Fonte: Bahia Notícias

Em nota, Sociedade Brasileira de Cardiologia diz não recomendar uso da cloroquina

Em nota, Sociedade Brasileira de Cardiologia diz não recomendar uso da cloroquina

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) publicou nesta sexta-feira (22) um comunicado onde se mostrou contrária ao uso da cloroquina e hidroxicloroquina associada, ou não, a azitromicina para o tratamento da Covid-19. O órgão defende o posicionamento "enquanto não houver evidências científicas definitivas acerca do seu emprego".

Ainda assim, a SBC fez uma orientação a pacientes que façam a opção pelo medicamento. 

"No entanto, para os pacientes que optarem pela realização do tratamento, orienta que, desde que resguardada as condições sanitárias necessárias para minimizar o risco de contágio de profissionais de saúde e outros pacientes, que sejam realizados eletrocardiogramas a fim de avaliar a evolução do intervalo QT, de forma a subsidiar o médico quanto a pertinência de se persistir no tratamento", diz a nota.

Na última quinta-feira (21), o Ministério da Saúde publicou novas orientações e liberou o uso para todos os pacientes com o diagnóstico da doença. Nesta sexta, um estudo liderado pelo professor Mandeep Mehra, da Escola de Medicina de Harvard, indicou o aumento do risco de morte por arritmia pelo uso do medicamento.

Confira a nota completa:

O Ministério da Saúde, no âmbito de suas atribuições, publicou novas orientações para tratamento medicamentoso precoce de pacientes com diagnóstico de COVID-19, infecção causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) não recomenda o uso da Cloroquina e Hidroxicloroquina associada, ou não, a Azitromicina, enquanto não houver evidências científicas definitivas acerca do seu emprego.

No entanto, para os pacientes que optarem pela realização do tratamento, orienta que, desde que resguardada as condições sanitárias necessárias para minimizar o risco de contágio de profissionais de saúde e outros pacientes, que sejam realizados eletrocardiogramas a fim de avaliar a evolução do intervalo QT, de forma a subsidiar o médico quanto a pertinência de se persistir no tratamento. Para tanto, a Telemedicina pode ser uma alternativa viável para suportar essa iniciativa.

Por fim, a SBC, com base em seus propósitos sociais estará sempre à disposição para contribuir com as autoridades sanitárias do país na adoção de políticas públicas de interesse da sociedade brasileira.

Fonte: Bahia Notícias

Guedes sugere venda do Banco do Brasil e Bolsonaro empurra assunto para 2023

Guedes sugere venda do Banco do Brasil e Bolsonaro empurra assunto para 2023

Em trecho do vídeo da reunião ministerial do governo Bolsonaro, realizada em 22 de abril e liberado nesta sexta-feira (22), o ministro da Economia Paulo Guedes sugere que o governo privatize o Banco do Brasil. 

O presidente Bolsonaro, no entanto, resiste e sugere que o assunto volte a tona só em 2023, ou seja, após as próximas eleições presidenciais.

Durante o diálogo Guedes fala que O BB estaria pronto para ser vendido. 

"É um caso pronto e a gente não tá dando esse passo. Senhor já notou que o BNDES e a Caixa que são nossos, públicos, a gente faz o que a gente quer. Banco do Brasil a gente não consegue fazer nada e tem um liberal lá. Então tem que vender essa porra logo", afirmou Guedes.

O ministro da Economia também afirma: "O Banco do Brasil não é tatu nem cobra. O Banco do Brasil não é tatu nem cobra. Porque ele não é privado, nem público. Então se for apertar o Rubem, coitado. Ele é super liberal, mas se apertar ele e falar: 'bota o juro baixo', ele: 'não posso, senão a turma, os privados, meus minoritários, me apertam'. Aí se falar assim: 'bota o juro alto', ele: 'não posso, porque senão o governo me aperta'. O Banco do Brasil é um caso pronto de privatização".

Fonte: Bahia Notícias

Na OMS, ministro interino da Saúde omite gravidade de crise no Brasil

Na OMS, ministro interino da Saúde omite gravidade de crise no Brasil

O ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, fez pronunciamento online na Assembleia Mundial da Saúde da OMS (Organização Mundial da Saúde). Na participação, de acordo com a Folha de S. Paulo, ele omitiu a gravidade da crise enfrentada no Brasil e as tentativas do governo de mudança no protocolo de uso da cloroquina nos pacientes da Covid-19. 

Nos dois minutos que teve para explicar as estratégias do Brasil de combate ao coronavírus, Pazuello citou o diálogo entre os três níveis de governo, ajuda às regiões Norte e Nordeste do país e o ajuste de protocolos do Ministério da Saúde "baseado em evidências", sem citar a intenção da pasta de ampliar o uso da cloroquina.

A matéria destaca que o Brasil tornou-se o quarto país com mais casos no fim de semana ao ultrapassar Itália e Espanha. E que após a saída de Nelson Teich, anunciada na última sexta-feira (15), o Ministério da Saúde passou a elaborar um novo protocolo para uso da cloroquina também em pacientes com quadro leve pelo novo coronavírus, mesmo sem evidências científicas que apontem eficácia e na contramão de estudos recentes. Atualmente, o protocolo adotado pela pasta prevê o uso do medicamento apenas em pacientes graves.

No discurso o general Pazuello disse que “o governo federal acessa diariamente a situação dos riscos e apoia cidades e estados com os recursos necessários para reduzir os efeitos da pandemia”.

A respeito da maneira como o Brasil vem combatendo a pandemia, Pazuello citou “duas estruturas: o comitê de crise, coordenado pela Presidência, e o comitê de emergência operacional, coordenado pelo Ministério da Saúde”.

O minisro interino apontou como “missões” de cada estrutura “monitorar e coordenar medidas interministeriais” e “definir estratégias e ações relacionadas com essa emergência de saúde pública”.

Fonte: Bahia Notícias