Partidos podem distribuir dinheiro para campanha a candidatos por app, diz coluna

Partidos podem distribuir dinheiro para campanha a candidatos por app, diz coluna

Partidos políticos poderão distribuir recursos a candidatos por meio de aplicativos nas eleições municipais, segundo a coluna de Guilherme Amado, da revista Época. De acordo com a publicação, o serviço digital registrará a partilha de doações, verbas dos fundos partidário e eleitoral, além da cota de 30% para candidaturas femininas. O produto custa de 12 a 25 reais por cada candidato. A empresa que desenvolveu a tecnologia, Essent Jus, fechou contrato com o Republicanos e tem conversado com outras oito siglas. No pós-campanha, o plano é que os partidos usem esses dados para facilitar a prestação de contas à Justiça Eleitoral.

Fonte: Brumado Urgente

Prazos do calendário eleitoral são prorrogados

Prazos do calendário eleitoral são prorrogados

Com a Emenda Constitucional que adia as eleições de outubro para novembro em razão da pandemia do coronavírus, os 14  prazos que estavam  previstos no calendário eleitoral para 20 de julho, também foram prorrogados. Entre eles, estão as convenções partidárias, a deliberação sobre coligações e a escolha dos candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador.

Segundo o site À tarde, as ações que iriam ser realizadas entre 20 de julho a 5 de agosto, passaram a ser de 31 de agosto a 16 de setembro. O prazo de registros de candidaturas que acabaria em 15 de agosto, agora irá terminar em 26 de setembro. De acordo com as convenções, os candidatos escolhidos podem apresentar os pedidos de registros à Justiça Eleitoral.

Todos os prazos que tinham previsão para o início de julho foram prorrogados por 42 dias, proporcionalmente ao adiamento do pleito. Conforme o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, o mês de julho será “dedicado para ações destinadas a viabilizar a aprovação de resoluções alteradoras no início de agosto.”

O Congresso pontuou que as outras datas que ainda não foram previstas na emenda constitucional, irão ser prorrogadas proporcionalmente ao TSE por meio de atualizações e resoluções.

Fonte: agência sertão 

Mandetta admite que pode ser candidato a presidente em 2022 e prega 'revolução'

Mandetta admite que pode ser candidato a presidente em 2022 e prega 'revolução'

O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta admitiu que pode ser candidato a presidente da República daqui a dois anos.

"Em 2022, eu vou estar em praça pública lutando por algo em que eu acredito", afirmou ele em entrevista ao Programa Ponto a Ponto, do canal BandNews TV.

"Se o Democratas [o DEM, partido ao qual é filiado] acreditar na mesma coisa, eu vou. Se o Democratas achar que ele quer outra coisa, eu vou procurar o meu caminho. Eu vou achar o caminho. Como candidato, ou carregando o porta-estandarte do candidato em que eu acreditar. Mas que eu vou participar ativamente das eleições, eu vou", seguiu Mandetta.

Questionado se queria dizer que participaria como candidato a presidente, ele respondeu: "A presidente, a vice-presidente".

Em seguida, o ex-ministro lembrou que outros cargos estarão em disputa em 2022, como o de governador, vice-governador e senador. E descartou a possibilidade de se candidatar a deputado federal —ele já cumpriu dois mandatos na Câmara dos Deputados.

Em seguida, Mandetta passou a falar como candidato ao criticar a polarização política no Brasil.

"Em 2022, polarização, com certeza, não. Se a gente conseguir um grande acordo, um grande caminho pelo centro democrático —não por esse centro fisiológico aí que está fazendo essa nova base de sustentação [ao governo de Jair Bolsonaro]", afirmou.

"Mas um centro bacana, que respeite as individualidades, que eu não tenha que decidir se o cara é gay, se o cara é hétero, se o cara é alto, se o cara é baixo. Você tem que respeitar as pessoas nas suas questões individuais", continuou. "E promover a revolução de uma década. Porque essa, [de] 2010 a 2020, foi jogada na lata do lixo."?

Em agosto, o ex-ministro deve lançar um livro sobre a sua experiência como ministro da Saúde em meio à epidemia do novo coronavírus. Ele diz que pretende colocar o livro embaixo do braço e viajar pelo Brasil.

Em abril, Mandetta foi demitido por Bolsonaro após destacar-se na gestão da pasta durante a pandemia. Eles passaram por um longo processo de embate antes da decisão do presidente.

Na época, Bolsonaro já ignorava orientações sanitárias e criticava medidas de distanciamento tomadas por prefeituras e governos estaduais, ao contrário de Mandetta, que defendia o isolamento social.

O médico elogiou Sergio Moro quando o ex-ministro da Justiça deixou a pasta, uma semana depois de sua demissão. "O trabalho realizado sempre foi técnico. Durante a epidemia trabalhamos mais próximos, sempre pensando no bem comum. Parabéns pelo trabalho Ministro @SF_Moro. O país agradece! Outras lutas virão!", escreveu em sua conta no Twitter.

Quando Mandetta ainda estava sob fritura no governo, a mulher do ex-juiz da Lava Jato, Rosangela Moro, saiu em sua defesa. No Instagram, ela postou uma foto acompanhada da mensagem: “Entre ciência e achismos eu fico com a ciência. Se você chega doente em um médico, se tem uma doença rara você não quer ouvir um técnico?”. “In Mandetta I trust”, completou. O post ficou poucos minutos no ar e foi apagado.

O programa Ponto a Ponto é comandado pelo cientista político Antonio Lavareda e por Mônica Bergamo, colunista do jornal Folha de S.Paulo.

Fonte: Bahia Notícias

BETO DE PRETO NETO,  pré-candidato a prefeito de Malhada de Pedras,  ajuizou ação contra os vereadores da base aliada da prefeita Terezinha

BETO DE PRETO NETO, pré-candidato a prefeito de Malhada de Pedras, ajuizou ação contra os vereadores da base aliada da prefeita Terezinha

O pré-candidato a prefeito de Malhada de Pedras, BETO DE PRETO NETO, entrou com ação na justiça por danos morais contra os vereadores da base aliada da prefeita, exigindo R$ 40 mil Reais de cada um.

    Já  tem data marcada a audiência proposta pelo pré-candidato a prefeito do município de Malhada de Pedras-Bahia, Carlos Roberto Santos da Silva, popular "Beto de Preto Neto", em desfavor dos vereadores da base da prefeita Terezinha  Baleeiro Alves Santos: Maricélio Lima Ferreira, Onésimo  Santana Neves, Marcos Antônio da Silva e Edna Barbosa. 

      A ação  de Indenização por DANOS MORAIS é proposta à partir de denúncia  caluniosa e infundada, a qual cita que Carlos Roberto fez parte de "OCRIM" Organização Criminosa. Denúncia esta que nem acolhida foi pelos tribunais responsáveis e pelo Ministério Público, por falta de provas. O denunciado, sequer, teve seu nome envolvido, uma vez que não configura como parte co-autora das supostas irregularidades.

        Os denunciantes agiram de forma leviana e com a pretensão única de atacar e prejudicar o pré-candidato Beto de Preto Neto. Nome que, indiscutivelmente, está à frente na disputa do pleito eleitoral. O grupo liderado por ele, inclusive, venceu as eleições de 2018 no município. Fatos esses que incomodam os adversários, os quais inventam sorrateiramente, calúnias com o intuito de prejudicar o pretenso candidato. Felizmente, há leis para coibir tais práticas. Sendo assim, os autores da denúncia infundada responderão perante a justiça pelas difamações.